A geolocalização assumiu um papel importante para aquelas pessoas que vivem conectadas. As oportunidades de conhecer novas pessoas e de trocar ideias ficaram bem mais acessÃveis depois que as redes sociais apareceram. E agora, com a chegada das redes nas quais as pessoas podem compartilhar a localização, a experiência no ciberespaço, e também no ambiente fÃsico, está se transformando.
É nesse contexto que a Santiago&Cintra discutirá sobre o assunto no evento FOCO.Santiago&Cintra, que acontece no dia 17 de agosto Museu de Arte Moderna em São Paulo (MAM). Dessa vez, o evento abordará o tema “Espaço”.
Estevão Rizzo, sócio-proprietário de uma empresa de marketing digital, que foi uma das primeiras a adotar as ferramentas de geolocalização nas campanhas publicitárias no Brasil, estará no FOCO e explica como as redes sociais de geolocalização estão mudando a experiência de espaço e tempo na sociedade. “A grande contribuição da geolocalização para as redes sociais foi trazê-las para a questão que sempre foi tão forte em nossas relações, a proximidade fÃsica. Apesar de cada vez mais estarmos conectados, nossas vidas são em ambientes fÃsicos, ninguém deixou de ir a bares e restaurantes, de viajar, e a geolocalização integrou essas duas coisas, a vida digital e real, criando uma ponte, uma interface, que as liga e oferece novas formas de relacionamento”, conta.
Segundo ele o uso das redes de geolocalização não é uniforme, pois depende da forma que cada grupo decide utilizá-las. “Podemos conversar com quem é fã de um determinado filme ou com pessoas que querem preserva o meio ambiente. Podemos conversar com pessoas interessadas nas mesmas coisas que nos interessa, de pochete a refrigerante de uva”, diz.
Apesar da geolocalização nas redes sociais ser um assunto que apareceu recentemente, e há cerca de um ano no Brasil, já tem recebido um lugar especial nas discussões, principalmente no setor de geo.
Por enquanto, um dos setores que mais se beneficiando desse tipo de ferramenta, atualmente, são as empresas, na área de marketing. Como profissional da área, Estevão reitera que “para as pessoas no geral, entendo que o ‘saber onde se estᒠé uma informação valiosa e que vem sendo bem aproveitada por quem já utiliza essas redes”, completa.